Japão mira 30% do mercado global de IA física e investe US$2,6bi contra crise demográfica
País projeta déficit de 11 milhões de trabalhadores até 2040; robôs já operam em 100+ galpões e cortam 70% de soldagem.
Pontos principais
- METI quer 30% do mercado global de IA física até 2040
- Orçamento de US$2,6bi para modelos fundacionais e robótica, dentro de pacote de US$8,2bi
- Déficit projetado de 11 milhões de trabalhadores até 2040
- Vagas de enfermagem com 1 candidato para 4,25 posições
- População em declínio pelo 14º ano consecutivo
- FANUC colabora com NVIDIA em robôs que interpretam voz e geram código Python
- Mujin opera em mais de 100 galpões com rendimento de 3-4 humanos por estação
- Robô soldador da Shimizu cortou 70% das horas de soldagem em canteiros
O Japão definiu como meta capturar 30% do mercado global de IA física até 2040, destinando 387,3 bilhões de ienes (US$2,6bi) para modelos fundacionais, infraestrutura de dados e IA física dentro de um pacote mais amplo de 1,23 trilhão de ienes (US$8,2bi) para IA e semicondutores.
A urgência é demográfica: o país projeta um déficit de 11 milhões de trabalhadores até 2040, com vagas de enfermagem atraindo apenas 1 candidato para cada 4,25 posições e população em declínio pelo 14º ano consecutivo. A FANUC, maior fabricante de robôs industriais do Japão, colabora com a NVIDIA em robôs que interpretam voz e geram código Python. A Mujin opera robôs em mais de 100 galpões com rendimento equivalente a 3-4 trabalhadores por estação, e o robô soldador da Shimizu cortou 70% das horas de soldagem em canteiros de obras.
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