Pesquisa com CFOs dos EUA indica que as demissões relacionadas à inteligência artificial aumentarão nove vezes em 2026, mas ainda representarão uma parcela mínima da força de trabalho total.
Uma pesquisa recente com 750 CFOs dos Estados Unidos revela que, embora as demissões relacionadas à inteligência artificial (IA) devam crescer nove vezes em 2026, o impacto geral no mercado de trabalho ainda será limitado. A estimativa é que cerca de 502.000 cargos, o equivalente a 0,4% da força de trabalho total dos EUA, sejam eliminados pela IA no próximo ano. Este número, embora significativamente maior do que as 55.000 demissões atribuídas à IA em 2025, é considerado insignificante em comparação com o total de empregos.
Contrariando as previsões alarmistas de líderes de tecnologia sobre o impacto da IA nos empregos de escritório, menos da metade dos CFOs (44%) planeja cortes de empregos devido à tecnologia. O estudo também destaca uma discrepância entre os ganhos de produtividade percebidos e os reais com a IA, alinhando-se ao paradoxo de Solow. Empresas menores, por outro lado, podem até aumentar as contratações em funções técnicas à medida que a adoção da IA avança, indicando um cenário complexo e em evolução para o futuro do trabalho.
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