Apesar do conflito no Oriente Médio, o dólar no Brasil registrou pouca variação, influenciado pela taxa Selic, a gestão Trump e a posição do país como exportador de petróleo.
O dólar no Brasil demonstrou resiliência diante das tensões geopolíticas no Oriente Médio, com sua variação limitada entre R$ 5,13 e R$ 5,18. Segundo a Rio Bravo, três fatores principais contribuíram para essa estabilidade: a atratividade da taxa Selic de 14,75%, a perda de status do dólar como ativo de refúgio sob a gestão Trump, e a posição do Brasil como exportador líquido de petróleo. Esses elementos ajudaram a conter um impacto mais significativo no câmbio nacional, que poderia ter sido desencadeado pelo conflito e pelo risco de fechamento do Estreito de Ormuz.
Embora o câmbio tenha se mantido moderado, a aversão ao risco global ainda se fez sentir em outros setores da economia brasileira. O Ibovespa registrou recuo, e a expectativa de inflação, medida pelo IPCA, aumentou para 4,31% no boletim Focus. A Rio Bravo concluiu que, sem os fatores de sustentação mencionados, o prejuízo econômico para o Brasil teria sido consideravelmente maior.
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