O uso de cheques no Brasil registrou queda de 18,2% em 2025, alcançando o menor volume em três décadas, impulsionado pela popularização de meios de pagamento digitais.
O uso de cheques no Brasil registrou uma queda de 18,2% em 2025, atingindo o menor nível em 30 anos, com 112,5 milhões de documentos compensados. Essa redução é uma continuidade de uma tendência observada desde 1995, quando a queda acumulada chega a 96,62% em relação aos 3,3 bilhões de cheques registrados naquele ano. A popularização e a expansão de meios de pagamento digitais, como internet banking, mobile banking e, principalmente, o Pix, são os principais fatores que impulsionam essa diminuição.
Apesar da acentuada queda no volume de transações, o valor financeiro movimentado por cheques ainda se mantém relevante, somando R$ 472,7 bilhões em 2025. O valor médio dos cheques também aumentou, passando de R$ 3.800,67 em 2024 para R$ 4.199,77 em 2025, indicando que o instrumento tem sido cada vez mais utilizado para transações de maior valor. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) prevê que a tendência de queda se mantenha, consolidando o cheque como um meio de pagamento cada vez mais restrito no sistema financeiro nacional.
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