O Departamento de Justiça dos EUA divulgou documentos do FBI contendo entrevistas de uma mulher que acusa Donald Trump de abuso sexual. Estes arquivos estavam retidos do conjunto de documentos ligados a Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, e sua liberação ocorre em meio a críticas sobre a gestão desses registros. A mulher, que relatou ter sido abusada por Epstein desde os 13 anos, acusa Trump de agressão sexual em um prédio em Nova York ou Nova Jersey, detalhando que o incidente teria ocorrido após ela mordê-lo e mencionando conversas de Trump com Epstein sobre lavagem de dinheiro.
A omissão inicial dessas entrevistas gerou forte reação de legisladores e vítimas, que questionaram a transparência na gestão dos arquivos durante o governo Trump. O Departamento de Justiça reconheceu que os documentos foram "codificados incorretamente como duplicados" e prometeu a divulgação de outros arquivos, indicando um esforço para corrigir falhas anteriores e trazer mais clareza sobre o caso.
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