Após um mês de conflito entre o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e Israel, o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, declarou que não há fim à vista para a guerra. O confronto já resultou no deslocamento de um milhão de pessoas no Líbano e na morte de mais de 1.300 em ataques israelenses. Cerca de 15% do território libanês está sob ordens de retirada, e Israel mantém tropas em posições no sul do país, buscando criar uma 'zona de segurança'.
Salam condenou as ações israelenses, que incluem a expansão da ocupação e a criação de zonas-tampão, e o governo libanês planeja intensificar os esforços diplomáticos e políticos para encerrar o conflito. Israel continuou os ataques no Líbano mesmo após um cessar-fogo estabelecido em 2024.
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