A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) lançou uma nova diretriz que desaconselha o uso exclusivo de medicamentos no tratamento da obesidade, enfatizando a necessidade de abordagens combinadas.
A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) divulgou uma nova diretriz que estabelece que o tratamento farmacológico para obesidade não deve ser utilizado de forma isolada. O documento, elaborado por um grupo multidisciplinar, enfatiza que a abordagem medicamentosa deve ser sempre combinada com mudanças no estilo de vida, que incluem aconselhamento nutricional e a prática regular de atividade física.
Os critérios para a indicação de medicamentos abrangem indivíduos com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² quando há presença de complicações associadas à obesidade. Em situações específicas, o tratamento pode ser considerado independentemente do IMC, caso haja aumento da circunferência da cintura e comorbidades. A diretriz também adverte contra o uso de substâncias sem comprovação científica de eficácia e segurança, como fórmulas magistrais e produtos manipulados.
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