Especialistas alertam que, embora as canetas emagrecedoras representem um avanço terapêutico individual, elas não curam a obesidade nem abordam suas causas sociais e ambientais.
Especialistas alertam que, apesar de representarem uma revolução terapêutica individual, as canetas emagrecedoras, como a semaglutida e a tirzepatida, não curam a obesidade nem resolvem o problema de saúde pública. A obesidade é impulsionada por fatores ambientais e sociais, como o consumo de ultraprocessados e a falta de atividade física, e não apenas por falta de força de vontade.
O alto custo dessas medicações limita seu acesso a faixas de renda média, deixando a população de baixa renda, que mais precisa, sem tratamento. Sistemas públicos de saúde, como o SUS, não possuem condições de arcar com o custo universal. Embora as canetas sejam seguras quando usadas corretamente e com acompanhamento médico, elas não são uma solução mágica, exigem uso contínuo para manter os resultados e podem apresentar efeitos colaterais.
4 mar, 16:02
17 fev, 14:00
9 fev, 16:01
7 fev, 14:01
2 fev, 12:03