A SpaceX, empresa de exploração espacial de Elon Musk, deu um passo significativo em direção à sua aguardada oferta pública inicial (IPO), protocolando confidencialmente o pedido junto à Securities and Exchange Commission (SEC). A operação, conhecida internamente como Projeto Apex, visa uma avaliação de mais de US$ 1,75 trilhão e tem previsão de listagem para junho. Se concretizada, esta IPO pode se tornar a maior abertura de capital da história, com potencial para levantar até US$ 75 bilhões, superando o recorde anterior da Saudi Aramco.
Este movimento ocorre após a fusão da SpaceX com a startup de inteligência artificial xAI, avaliando a empresa em US$ 1 trilhão e a xAI em US$ 250 bilhões. A SpaceX, que já é a empresa privada mais valiosa do mundo, planeja usar os recursos para investimentos ambiciosos, incluindo o retorno à Lua, a colonização de Marte e a instalação de centros de processamento de dados de IA no espaço. A empresa também solicitou autorização para lançar até 1 milhão de satélites movidos a energia solar para processamento de dados em órbita.
A operação conta com um consórcio de 21 bancos, incluindo Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Morgan Stanley como coordenadores principais. Além destes, outros 16 bancos, como o brasileiro BTG Pactual, participarão com funções de menor porte, refletindo a escala e complexidade da transação. A SpaceX considera uma estrutura de ações de dupla classe e pode destinar até 30% da oferta a investidores pessoa física. A empresa, líder em lançamentos de foguetes e serviços de internet via satélite (Starlink), projeta receita de quase US$ 20 bilhões em 2026.
G1 - Economia • 1 abr, 16:40
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