Uma das seis pacientes infectadas por HIV após transplante de órgão em 2024 no Rio de Janeiro faleceu, intensificando investigações sobre laudos fraudulentos.
Uma paciente de 64 anos que recebeu um transplante de órgão infectado com HIV em outubro de 2024 no Rio de Janeiro faleceu. Ela era uma das seis pessoas que contraíram o vírus após receberem órgãos de doadores com HIV, devido a laudos fraudulentos que atestavam a ausência da infecção. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou a morte e lamentou o ocorrido, assegurando que a paciente recebia assistência contínua desde a descoberta da infecção.
O incidente, classificado como "sem precedentes e inadmissível", desencadeou investigações pelo Ministério Público, Polícia Civil e Conselho Regional de Medicina. O laboratório PCS Saleme, responsável pelos exames de sorologia dos doadores, foi interditado e teve seu contrato rescindido. O escândalo também resultou na renúncia da direção da Fundação Saúde, responsável pela contratação do laboratório.
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