Bancos centrais ao redor do mundo estão reavaliando a estratégia de custódia de suas reservas de ouro, priorizando a autonomia e a proteção contra instabilidades geopolíticas. Embora centros financeiros tradicionais como Nova York e Londres continuem a deter a maior parte do metal precioso devido à alta liquidez e segurança, a tendência atual entre nações emergentes é a repatriação de ativos. Essa movimentação é motivada pelo receio de sanções e pela necessidade de garantir soberania sobre recursos estratégicos, um cenário influenciado pelo atual clima político internacional sob a gestão do presidente Donald Trump. Como resposta, diversos países, como Brasil e China, passaram a manter maior sigilo sobre a localização de seus estoques, enquanto outros buscam um equilíbrio entre a segurança física e a facilidade de transações financeiras internacionais.
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