CMA do Reino Unido reestrutura política de fusões para 2026/27
Órgão antitruste britânico promete recuar em deals globais e aceitar remédios comportamentais — mudança significativa de postura.
Pontos principais
- CMA recuará em fusões globais para evitar duplicação com reguladores internacionais
- Passa a aceitar remédios comportamentais, revertendo relutância anterior
- Painéis independentes da Fase 2 serão substituídos por subcomitês do conselho da CMA
- Critérios de jurisdição serão clarificados com conjunto fechado de testes estatutários
- CMA utilizará IA e data science para detectar bid-rigging em licitações públicas
A Competition and Markets Authority (CMA) do Reino Unido anunciou uma reestruturação significativa de sua política de fusões para 2026/27. O órgão se compromete a 'recuar' em fusões globais para evitar duplicação desnecessária com reguladores internacionais, e passará a aceitar remédios comportamentais — uma mudança significativa em relação à postura anterior.
Reformas estruturais incluem a substituição dos painéis independentes da Fase 2 por subcomitês do conselho da CMA, compostos por executivos, não-executivos e especialistas da indústria. Os testes de jurisdição (share of supply de 25% e híbrido de 33%) serão clarificados com critérios estatutários fechados.
A CMA também escalará a aplicação contra bid-rigging em licitações públicas, utilizando IA para analisar dados de licitações.
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