Bradesco BBI recomenda Brasil e Coreia do Sul para ações emergentes
O Bradesco BBI sugere que investidores combinem exposições ao Brasil e à Coreia do Sul em mercados emergentes, devido a oportunidades complementares impulsionadas por motores econômicos distintos.
Pontos principais
- Brasil e Coreia do Sul superaram o índice MSCI EM em 2026 por razões diferentes, tornando-os complementares.
- O Brasil se beneficia de carrego elevado, valuations descontados e sensibilidade ao ciclo doméstico.
- A Coreia do Sul é impulsionada por revisões de lucros no setor de tecnologia, especialmente semicondutores, devido à demanda por inteligência artificial.
- A economia brasileira é mais fechada e dependente de serviços e commodities, enquanto a coreana é integrada ao comércio global e focada em exportações industriais.
- A recomendação é uma estratégia de barbell: Brasil para valor e dividendos, e Coreia do Sul para o ciclo global de tecnologia.
O Bradesco BBI aconselha investidores a combinar exposições ao Brasil e à Coreia do Sul em mercados emergentes, destacando que ambos os países oferecem oportunidades complementares. Em 2026, as ações de ambos os países superaram o índice MSCI EM, mas por motivos distintos. O Brasil se beneficia de um carrego elevado, valuations descontados e sensibilidade ao ciclo doméstico, impulsionado por um fluxo estrangeiro robusto e quedas na curva de juros.
Por outro lado, a Coreia do Sul é impulsionada por revisões de lucros no setor de tecnologia, especialmente semicondutores, devido à crescente demanda por inteligência artificial. Enquanto a economia brasileira é mais fechada e dependente de serviços e commodities, a coreana é integrada ao comércio global e focada em exportações industriais. A estratégia recomendada pelo Bradesco BBI é de barbell, utilizando o Brasil para valor e dividendos, e a Coreia do Sul para aproveitar o ciclo global de tecnologia.
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