Um terço dos arquivos das câmeras corporais da Polícia Militar do Rio de Janeiro, entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, não continha imagens gravadas, indicando recorrente "mau uso" dos equipamentos.
Um terço dos arquivos das câmeras corporais da Polícia Militar do Rio de Janeiro não continha imagens gravadas no período de janeiro de 2025 a janeiro de 2026. A falha no registro é atribuída a justificativas como bateria descarregada, não acionamento do modo evidência e problemas tecnológicos, evidenciando o recorrente "mau uso" dos equipamentos.
Casos recentes de mortes no Rio Comprido e em Cascadura tiveram policiais afastados por falha no registro das câmeras. A Defensoria Pública informou que 40% dos pedidos de imagens em audiências de custódia em 2025 não foram atendidos. Apesar das investigações internas e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), apenas um policial militar foi condenado por fraude processual relacionada ao mau uso de câmera desde 2022. Especialistas apontam uma "questão cultural" e resistência dos agentes no Rio, em contraste com a adesão em São Paulo, onde a política foi desenvolvida pela própria PM.
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