O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou o uso adequado de câmeras corporais pelas polícias Civil e Militar após investigações revelarem irregularidades e descaso.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) emitiu uma recomendação para que as polícias Civil e Militar do estado utilizem corretamente as câmeras corporais (COPs). A medida é resultado de investigações do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) que apontaram diversas irregularidades no uso desses equipamentos, como ausência de gravação, câmeras descarregadas e falta de baterias suplementares.
Entre os casos que motivaram a recomendação está a morte da médica Andrea Marins Dias, em Cascadura, onde as câmeras dos policiais envolvidos estavam inoperantes. O MPRJ também citou a Operação Contenção, que resultou em 122 mortes, como um exemplo da necessidade de aprimoramento no controle externo da atividade policial. Ofícios foram encaminhados às secretarias de segurança e ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, para garantir a fiscalização e o uso adequado das COPs em operações ostensivas.
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