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Austrália e Nova Zelândia apoiam restrição a atletas trans nas Olimpíadas

Austrália e Nova Zelândia apoiam a decisão do Comitê Olímpico Internacional de restringir a participação de atletas trans na categoria feminina a partir de Los Angeles 2028.

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Foto: InfoMoney
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28/03 às 11:02

Pontos principais

  • O COI decidiu restringir a participação na categoria feminina a atletas consideradas "biologicamente mulheres" a partir dos Jogos de Los Angeles 2028.
  • Testes genéticos serão reintroduzidos para definir a elegibilidade, identificando o gene SRY.
  • Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos apoiaram a medida, enquanto a França a classificou como um "retrocesso".
  • A nova política impede a participação de mulheres trans e afetará atletas com diferenças no desenvolvimento sexual (DSD).
  • A presidente do COI, Kirsty Coventry, negou influência externa, afirmando que a política foi construída com base científica.

Austrália e Nova Zelândia manifestaram apoio à decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de restringir a participação na categoria feminina a atletas consideradas "biologicamente mulheres" a partir dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A medida reintroduzirá testes genéticos para identificar o gene SRY, definindo a elegibilidade e impedindo a participação de mulheres trans, além de afetar atletas com diferenças no desenvolvimento sexual (DSD).

Os Estados Unidos também apoiaram a decisão, que foi classificada como um "retrocesso" pela França. O Comitê Olímpico da Nova Zelândia, que teve a halterofilista trans Laurel Hubbard em Tóquio 2021, afirmou que a decisão trará "mais clareza, consistência e justiça". A presidente do COI, Kirsty Coventry, negou influência externa, assegurando que a política foi desenvolvida com base científica para garantir equilíbrio e segurança nas competições femininas.

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