Austrália e Nova Zelândia apoiam decisão que restringe atletas trans nas Olimpíadas
Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos apoiam a decisão do Comitê Olímpico Internacional de restringir a participação na categoria feminina a atletas consideradas "biologicamente mulheres" a partir dos Jogos de Los Angeles 2028, com a reintrodução de testes genéticos.
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28/03 às 10:33
Pontos principais
- O COI decidiu restringir a participação na categoria feminina a atletas consideradas "biologicamente mulheres", reintroduzindo testes genéticos para os Jogos de Los Angeles 2028.
- Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos apoiaram a medida, enquanto a França a classificou como um "retrocesso".
- O Comitê Olímpico da Nova Zelândia, que teve a halterofilista trans Laurel Hubbard em Tóquio 2021, afirmou que a decisão trará "mais clareza, consistência e justiça".
- O governo de Donald Trump nos EUA comemorou a decisão, associando-a a uma ordem executiva de 2025 que prevê sanções a instituições que permitem a participação de mulheres trans em competições femininas.
- A presidente do COI, Kirsty Coventry, negou influência externa, afirmando que a política foi construída com base científica para garantir equilíbrio e segurança nas competições femininas.
- A nova política impede a participação de mulheres trans e afetará atletas com diferenças no desenvolvimento sexual (DSD), com elegibilidade definida por testes genéticos para identificar o gene SRY.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Nicki Nicol (diretora-executiva do Comitê Olímpico da Nova Zelândia)Ian Chesterman (presidente do Comitê Olímpico Australiano)Donald Trump (presidente dos EUA)Kirsty Coventry (presidente do COI)Laurel Hubbard (halterofilista trans)
Organizações
Comitê Olímpico Internacional (COI)Comitê Olímpico da Nova ZelândiaComitê Olímpico AustralianoCasa Branca
Lugares
AustráliaNova ZelândiaEstados UnidosFrançaTóquioLos Angeles
