Alckmin: governo não obrigará estados a aceitar redução do diesel
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o governo federal não forçará os estados a aderir à proposta de subsidiar o diesel importado, após falta de consenso em reunião.
Pontos principais
- Geraldo Alckmin declarou que o governo federal não obrigará os estados a aceitar a redução do diesel.
- A proposta do governo Lula visa dividir com os estados os custos de uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado.
- Secretários estaduais não chegaram a um consenso sobre a adesão à proposta em reunião com Rogério Ceron.
- Uma nova reunião está agendada para segunda-feira para decidir sobre a aceitação unânime dos estados.
- Alckmin descreveu a medida como transitória, com duração de 60 dias e possível prorrogação, negando caráter eleitoreiro.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o governo federal não obrigará os estados a aceitar a proposta de subsidiar o diesel importado. A declaração ocorreu após uma reunião com secretários estaduais, onde não houve consenso sobre a adesão à medida. A proposta do governo Lula prevê a divisão dos custos de uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado com os estados.
Uma nova reunião está programada para segunda-feira, com o objetivo de buscar uma aceitação unânime dos estados. Alckmin descreveu a proposta como transitória, com duração inicial de 60 dias e possibilidade de prorrogação, e negou que a medida tenha caráter eleitoreiro, atribuindo-a aos impactos da guerra no Oriente Médio nos preços do petróleo e na inflação.
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