André Raduan, da Genoa Capital, aposta que a inteligência artificial impulsionará a produtividade, embora reconheça uma transição desigual no mercado de trabalho e a possibilidade de menos contratações.
André Raduan, da Genoa Capital, projeta um cenário no qual a inteligência artificial (IA) impulsionará o ganho de produtividade, em vez de causar desemprego em massa. Apesar de prever uma retração nas contratações nos EUA, Raduan acredita que a tecnologia ampliará a capacidade produtiva dos trabalhadores, e não os eliminará completamente. Ele ressalta que a substituição de funções pela automação será desigual, com o setor financeiro sendo mais exposto e os serviços apresentando uma transição mais lenta.
Raduan também aponta que, caso haja um avanço do desemprego impulsionado pela IA, os bancos centrais deverão reagir com cortes de juros para reestimular a economia. Nesse contexto, ele sugere que o trade mais atrativo seria em juros, devido à sua simetria favorável em comparação com a bolsa. A expectativa é de um processo gradual, que envolverá menos contratações e uma readaptação setorial, culminando em um ganho geral de produtividade.
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