IA não é a vilã do emprego, diz gestor da Itaú Asset
Bruno Bak, da Itaú Asset, afirma que a inteligência artificial não é a principal ameaça ao emprego, mas sim o mercado de trabalho americano, que apresenta um paradoxo de crescimento econômico com fraca geração de vagas.
Pontos principais
- A inteligência artificial não é vista como a vilã do emprego em massa, segundo Bruno Bak, da Itaú Asset.
- O verdadeiro risco para a economia americana em 2026 reside no mercado de trabalho, que mostra um paradoxo de crescimento do PIB com baixa geração de empregos.
- A Artax, mesa da Itaú Asset, projeta uma recuperação gradual do emprego nos EUA em 2026, impulsionada por estímulos fiscais, cortes de juros do Fed e resiliência do consumidor.
- Bak compara a IA com a Revolução Industrial e o advento da internet, onde o desemprego em massa não se concretizou.
- Pesquisas indicam que 80% dos CEOs americanos usam IA, mas a maioria ainda não percebe ganho real de produtividade.
Bruno Bak, gestor da Itaú Asset, argumenta que a inteligência artificial (IA) não é a principal ameaça ao emprego em massa. Segundo ele, o verdadeiro ponto de interrogação para os próximos meses e o risco para a economia americana em 2026 reside no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que exibe um paradoxo de crescimento econômico com fraca geração de vagas.
A Artax, mesa da Itaú Asset, projeta uma recuperação gradual do emprego nos EUA em 2026, impulsionada por estímulos fiscais, cortes de juros do Federal Reserve e a resiliência do consumidor. Bak compara a IA a eventos históricos como a Revolução Industrial e o advento da internet, onde o desemprego em massa não se concretizou, mas houve uma transformação nas ocupações. Embora 80% dos CEOs americanos utilizem IA, a maioria ainda não percebe um ganho real de produtividade.
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