Carne bovina: demanda de EUA, UE e Oriente Médio alivia cota da China, diz entidade
A demanda por carne bovina brasileira nos EUA, UE e Oriente Médio está aliviando o impacto da cota restritiva da China, garantindo um bom ritmo de exportações para o Brasil, segundo a Abrafrigo.
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27/03 às 17:31
Pontos principais
- A forte demanda por carne bovina brasileira de mercados como EUA, UE, Chile e Rússia compensa a cota restritiva da China.
- A Abrafrigo afirma que as medidas de salvaguarda chinesas terão impacto reduzido para o Brasil em 2026 devido ao bom ritmo de vendas.
- A guerra no Oriente Médio pode aumentar custos logísticos, mas o setor tem redirecionado embarques e usado rotas alternativas.
- Os EUA, segundo maior mercado, precisarão importar 2,5 milhões de toneladas em 2026 devido à baixa no rebanho local.
- Outros mercados como Chile, Rússia, Egito, Emirados Árabes, México e Arábia Saudita registraram crescimento expressivo nas importações.
- Há boas perspectivas para a abertura de novos mercados como Vietnã, Indonésia, Japão e Coreia do Sul.
- No primeiro bimestre, as vendas de carnes in natura e industrializadas aumentaram 39% em receita e 22% em volume.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo)Departamento de Agricultura norte-americano (USDA)
Lugares
Estados UnidosUnião EuropeiaChileRússiaChinaOriente MédioEstreito de OrmuzEgitoEmirados ÁrabesMéxicoArábia SauditaVietnãIndonésiaJapãoCoreia do SulBrasil
