Robert Gerstmann, cofundador da Sinch, empresa sueca de comunicação digital, afirmou que o Brasil é um mercado essencial e um "laboratório do futuro" para a comunicação digital, impulsionado pelo uso do WhatsApp e a evolução para RCS e IA.
Robert Gerstmann, cofundador da Sinch, uma gigante sueca de comunicação digital, classificou o Brasil como um "laboratório do futuro" para o setor, destacando sua importância estratégica para a empresa. Com quase um trilhão de transações anuais processadas globalmente, a Sinch considera o mercado brasileiro prioritário devido ao alto número de usuários de tecnologia e à intensa penetração do WhatsApp, especialmente em um cenário dominado por dispositivos Android. A empresa já investiu significativamente no país, realizando aquisições como TWW e Wavy, parte de um esforço global de US$ 5 bilhões em expansão desde seu IPO em 2015.
A Sinch opera como uma infraestrutura global, conectando marcas a operadoras e plataformas como Meta e Google para serviços de SMS, WhatsApp, e-mail, voz e RCS. A transição do SMS de "mão única" para a comunicação bidirecional via WhatsApp e a integração com inteligência artificial são vistas como as maiores transformações da empresa, permitindo interações automatizadas e personalizadas. Gerstmann também mencionou que o RCS (Rich Communication Services) desponta como a próxima evolução do SMS, com grande relevância para o mercado brasileiro, apesar dos desafios como a fraude, que a empresa combate em parceria com outras entidades.
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