“O Brasil é um laboratório do futuro”, diz fundador de gigante tech
O cofundador da gigante de tecnologia Sinch, Robert Gerstmann, destaca o Brasil como um mercado essencial e um "laboratório do futuro" para a comunicação digital, impulsionado pelo uso intenso de WhatsApp e pela evolução para RCS e IA.
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27/03 às 05:00
Pontos principais
- A Sinch, empresa sueca de comunicação digital, processa quase um trilhão de transações anuais e considera o Brasil um mercado prioritário e um "laboratório do futuro" para tendências de mensageria.
- O Brasil se destaca pelo grande número de usuários de tecnologia e de WhatsApp, tornando o canal essencial em mercados com alta penetração de Android, ao contrário de países com mais iPhones e iMessage.
- A Sinch já realizou duas aquisições no Brasil (TWW e Wavy) e cerca de 20 globalmente desde seu IPO em 2015, investindo US$ 5 bilhões para expansão e incorporação de novos produtos como e-mail e voz.
- A empresa atua como uma infraestrutura global de distribuição de mensagens, conectando marcas a operadoras e plataformas como Meta e Google para SMS, WhatsApp, e-mail, voz e RCS.
- Fundada em 2008 durante a crise financeira, a Sinch cresceu organicamente nos primeiros anos, focando em SMS corporativo e expansão internacional antes de se voltar para a comunicação conversacional.
- A transição do SMS de "mão única" para a comunicação bidirecional via WhatsApp e a integração com inteligência artificial representam a maior transformação da Sinch, permitindo interações automatizadas e personalizadas.
- A empresa enfrenta desafios como fraude, especialmente no Brasil, e trabalha com parceiros para aprimorar a segurança, enquanto o RCS desponta como a próxima evolução do SMS, com grande relevância para o mercado brasileiro.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Robert Gerstmann (cofundador e Chief Evangelist da Sinch)
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