A interrupção do programa Minha Casa, Minha Vida geraria um alto custo político, segundo José Carlos Martins, conselheiro do Ecossistema Sienge. Ele avalia que a descontinuidade do programa é improvável, dada sua relevância social e econômica, mesmo com a crescente dependência do setor imobiliário em relação a ele. Recentemente, o Conselho Curador do FGTS aprovou mudanças que ampliam a renda máxima das famílias e o valor dos imóveis financiados, reforçando a importância do programa para sustentar o crédito habitacional e o setor em um cenário de juros elevados.
A manutenção da atividade do Minha Casa, Minha Vida depende da atualização dos limites de renda e valor dos imóveis, além da garantia de recursos. A baixa inadimplência no crédito imobiliário no Brasil é estrutural, com o financiamento da casa própria sendo uma prioridade para as famílias, o que contribui para a percepção de que o programa será mantido, com ajustes em vez de uma ruptura.
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