Interrupção do Minha Casa, Minha Vida geraria alto custo político, diz especialista
Especialista afirma que a interrupção do programa Minha Casa, Minha Vida geraria alto custo político devido à sua relevância social e econômica, apesar da crescente dependência do setor imobiliário em relação a ele.
|
26/03 às 15:34
Pontos principais
- O Conselho Curador do FGTS aprovou mudanças no Minha Casa, Minha Vida, ampliando a renda máxima das famílias e o valor dos imóveis financiados.
- O programa é visto como crucial para sustentar o crédito habitacional e o setor imobiliário em um cenário de juros elevados.
- José Carlos Martins, conselheiro do Ecossistema Sienge, avalia que o risco de descontinuidade do programa é baixo devido ao seu peso social e econômico.
- A interrupção do Minha Casa, Minha Vida teria um alto custo político, garantindo sua continuidade com ajustes, não ruptura.
- A dependência do setor imobiliário em relação ao programa aumenta a sensibilidade a decisões de política pública, especialmente com a perda de capacidade da poupança para financiar crédito.
- A manutenção da atividade do programa depende da atualização dos limites de renda/valor dos imóveis e da garantia de recursos.
- A baixa inadimplência no crédito imobiliário no Brasil é estrutural, com o financiamento da casa própria sendo prioridade para as famílias.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
José Carlos Martins (conselheiro do Ecossistema Sienge)
Organizações
Conselho Curador do FGTSEcossistema Sienge
Lugares
PlanaltoBrasil
