Eduardo Paes (PSD) criticou a decisão do TSE de realizar eleição indireta para o governo do Rio de Janeiro, defendendo o direito da população de escolher e se colocando como candidato em caso de pleito direto.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), manifestou-se contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a realização de uma eleição indireta para o mandato-tampão do governo fluminense. A medida ocorre após a renúncia de Cláudio Castro, que foi condenado pelo TSE por uso indevido de estruturas públicas na campanha de 2022. Paes defende que a população deveria ter o direito de escolher seu representante e afirmou que se candidatará caso o pleito seja direto.
A posição de Paes diverge da presidência do PSD, que indicou que o partido cumprirá a determinação do TSE e buscará um candidato para a eleição indireta, descartando o ex-prefeito para essa modalidade. O PSD também questionou a redução do prazo de desincompatibilização para a eleição indireta, que foi alterado de seis meses para 24 horas no texto aprovado pela Alerj. O partido enviou um ofício pedindo que o governador Ricardo Couto consulte o TSE antes de convocar a eleição, levantando a suspeita de que a renúncia de Castro possa ser uma manobra para evitar uma eleição direta.
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