Mulheres no futebol brasileiro persistem em superar preconceitos e barreiras em um ambiente historicamente masculino, buscando maior segurança, formação de base e visibilidade para a modalidade.
Mulheres no futebol brasileiro continuam a enfrentar preconceitos e barreiras significativas em um cenário historicamente dominado por homens. A ex-jogadora Formiga, atualmente diretora no Ministério do Esporte, enfatiza a importância de um ambiente seguro e da formação de base para o desenvolvimento da modalidade. Atletas como Isadora Jardim, do Corinthians, superam comentários desanimadores, enquanto a narradora Luciana Zogaib destaca a resistência cultural e o machismo, defendendo a presença feminina nas transmissões para abrir o mercado.
Apesar dos desafios, há esforços para aumentar a visibilidade e o apoio ao futebol feminino. A EBC, por exemplo, prioriza a exibição de jogos femininos e está envolvida nos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027 no Brasil. No entanto, dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2022, que registraram apenas 360 jogadoras profissionais e 17 árbitras, ressaltam a necessidade contínua de maior investimento e estrutura para a modalidade no país.
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