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Determinação é chave para mulheres vencerem preconceito no futebol

O artigo destaca a determinação de mulheres no futebol para superar o preconceito e as barreiras em um ambiente predominantemente masculino, abordando a importância da segurança, formação de base e visibilidade para o crescimento da modalidade no Brasil.

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24/03 às 08:30

Pontos principais

  • Mulheres enfrentam preconceito e barreiras significativas para atuar no futebol, um cenário historicamente masculino.
  • A ex-jogadora Formiga, diretora no Ministério do Esporte, enfatiza a necessidade de um ambiente seguro e de formação de base para o desenvolvimento do futebol feminino.
  • A jovem atleta Isadora Jardim, do Corinthians, compartilha experiências de superação de comentários desanimadores e incentiva outras meninas a persistirem no esporte.
  • A narradora Luciana Zogaib aponta a resistência cultural e o machismo no futebol, defendendo a presença feminina nas cabines de narração para abrir o mercado.
  • A EBC prioriza a exibição do futebol feminino e está envolvida nos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027 no Brasil, buscando expandir o alcance e a visibilidade da modalidade.
  • A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) registrou apenas 360 jogadoras profissionais e 17 árbitras em 2022, evidenciando a necessidade de maior investimento e estrutura.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Formiga (ex-jogadora, Diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino do Ministério do Esporte)Isadora Jardim (meio-campista sub-15 do Corinthians)Luciana Zogaib (narradora esportiva da EBC)Juliana Agatte (secretária extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027)André Basbaum (presidente da EBC)David Butter (diretor-geral da EBC)

Organizações

Confederação Brasileira de Futebol (CBF)Ministério do EsporteCorinthiansEmpresa Brasil de Comunicação (EBC)TV BrasilRádio Nacional

Lugares

BrasilSão PauloDistrito FederalRio de JaneiroEstados Unidos