Apesar da disparada dos preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio, a região petroleira do Texas não antecipa um novo boom, com empresas e trabalhadores mantendo cautela.
Apesar da recente disparada dos preços do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, a região petroleira do Texas, especialmente a Bacia do Permiano, não antecipa um novo boom de produção. Empresas e trabalhadores locais mantêm uma postura cautelosa, influenciados por ciclos anteriores de alta e queda e pela incerteza do mercado. A promessa do governo Donald Trump de derrubar os preços do petróleo no futuro também contribui para a hesitação em expandir a produção.
O número de sondas em operação no Texas já diminuiu, e o planejamento para novos poços leva meses, o que desestimula reações impulsivas à alta de preços. A economia local, dependente do petróleo, ainda mostra cicatrizes de crises passadas, e os trabalhadores não veem o aumento atual como duradouro o suficiente para gerar segurança no emprego, apesar dos altos preços do diesel e da gasolina na região.
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