Apesar da disparada do petróleo, ninguém fala em boom na região petroleira do Texas
Apesar da disparada dos preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio, a região petroleira do Texas, especialmente a Bacia do Permiano, não antecipa um novo boom, com empresas e trabalhadores mantendo cautela e não expandindo a produção.
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22/03 às 15:34
Pontos principais
- Apesar da alta nos preços do petróleo, a região petroleira do Texas, incluindo a Bacia do Permiano, não prevê um boom de produção.
- Trabalhadores e empresas locais demonstram cautela, lembrando ciclos anteriores de alta e queda e a incerteza do mercado.
- A promessa do governo Donald Trump de derrubar os preços do petróleo no futuro contribui para a hesitação em expandir a produção.
- O número de sondas em operação no Texas diminuiu, e o planejamento para novos poços leva meses, desestimulando reações impulsivas à alta de preços.
- A economia local, dependente do petróleo, ainda mostra cicatrizes de crises passadas, com pouca mudança na atividade apesar dos preços elevados.
- Os preços do diesel e da gasolina na região estão altos, impactando os trabalhadores, que não veem o aumento como duradouro o suficiente para gerar segurança no emprego.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Wesley StaceyKirk Edwards (presidente da Latigo Petroleum)Cal Hendrick (prefeito de Odessa)Ivan MaldonadoJames Power (diretor de operações da J&W Services)Rob
Organizações
Latigo PetroleumBaker HughesJ&W ServicesThe New York Times Company
Lugares
OdessaTexasBacia do PermianoMidlandOriente MédioGolfo PérsicoEstreito de OrmuzOklahomaEstados UnidosIrãIsraelVale do Rio Grande
