Brasil monitora impacto da guerra no Oriente Médio na distribuição de medicamentos
O Ministério da Saúde do Brasil está monitorando os possíveis impactos da intensificação da guerra no Oriente Médio na cadeia global de distribuição de medicamentos, devido à dependência de derivados de petróleo e rotas de transporte.
Pontos principais
- A guerra no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã, ameaça a cadeia global de distribuição de medicamentos.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, expressou preocupação e está monitorando o cenário.
- Até o momento, não houve impacto nos custos logísticos de medicamentos no Brasil, mas o risco é considerado.
- A guerra, iniciada no fim de fevereiro, já impactou o suprimento e preço do petróleo, que é base para a indústria de combustíveis e medicamentos.
- Padilha discutiu com autoridades da China e Índia sobre os impactos nas rotas de insumos para medicamentos.
O Brasil, por meio do ministro da Saúde Alexandre Padilha, está monitorando de perto os possíveis impactos da intensificação da guerra no Oriente Médio na cadeia global de distribuição de medicamentos. A preocupação se deve à dependência de derivados de petróleo na produção de muitos insumos farmacêuticos e à potencial interrupção das rotas de transporte, especialmente no Estreito de Ormuz. Embora não haja impacto direto nos custos logísticos de medicamentos no Brasil até o momento, o risco é considerado elevado.
A guerra, que começou no fim de fevereiro, já causou elevação no preço do barril de petróleo, que atingiu US$ 120, com análises de mercado indicando possíveis aumentos. Padilha discutiu a situação com autoridades da China e Índia, países importantes na cadeia de suprimentos de insumos para medicamentos, visando entender e mitigar os efeitos de uma possível crise logística global.
Comentários
Carregando comentários...
