Zanin vota para manter privatização da Sabesp; Fux suspende julgamento
O ministro Cristiano Zanin votou pela manutenção da privatização da Sabesp, mas o julgamento foi suspenso por pedido de destaque de Luiz Fux, que o transferiu para o plenário físico do STF.
Pontos principais
- O ministro Cristiano Zanin votou para manter a privatização da Sabesp, negando ações que pediam a suspensão do processo.
- O ministro Luiz Fux pediu destaque, suspendendo o julgamento virtual e transferindo-o para o plenário físico do STF.
- O pedido de destaque de Fux zera a votação e não há data definida para a retomada do julgamento.
- Partidos como PT, PSOL, Rede, PV e PCdoB propuseram as ações contra a privatização, alegando problemas no processo.
- O PT alega que a empresa foi vendida abaixo do preço de mercado e que houve favorecimento a uma concorrente.
- A privatização da Sabesp foi concluída em julho de 2024, com a venda de 32% das ações por R$ 14,7 bilhões.
O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, votou para manter a privatização da Sabesp, negando as ações que pediam a suspensão da lei de privatização por questões processuais, sem analisar o mérito. Zanin rejeitou o pedido do PT para reverter a privatização por insuficiência de argumentação, afirmando que o partido não demonstrou a inconstitucionalidade específica da legislação. No entanto, o julgamento virtual foi suspenso após um pedido de destaque do ministro Luiz Fux, que transferiu a discussão para o plenário físico do Supremo Tribunal Federal, zerando a votação. A decisão de Fux significa que o caso será debatido presencialmente pelos ministros, sem data definida para a retomada.
As ações contra a privatização da Sabesp foram apresentadas por partidos como PT, PSOL, Rede, PV e PCdoB, que alegam problemas no processo, incluindo a venda da empresa abaixo do preço de mercado e favorecimento a uma concorrente. Antes do julgamento, o governador Tarcísio de Freitas se reuniu com ministros do STF para discutir o tema. A privatização da Sabesp foi concluída em julho de 2024, com a venda de 32% das ações, gerando R$ 14,7 bilhões ao governo paulista.
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