Wall Street fecha em queda com conflito no Oriente Médio e temores de inflação
Wall Street registrou forte queda, com perdas para grandes empresas de tecnologia, devido à intensificação do conflito no Oriente Médio, que eleva as preocupações com a inflação e a possibilidade de juros mais altos.
Pontos principais
- Wall Street encerrou a sexta-feira em forte queda, com perdas para Nvidia e Microsoft.
- O conflito no Oriente Médio aprofunda as preocupações com a inflação e o aumento das taxas de juros.
- Os índices S&P 500, Nasdaq e Dow Jones registraram quedas de 1,51%, 2,01% e 0,96%, respectivamente.
- O índice do setor de energia do S&P 500 teve seu 13º ganho semanal consecutivo, impulsionado por eventos geopolíticos.
- A expectativa é que o Fed aumente as taxas de juros até o final de 2026 devido à inflação ligada ao preço do petróleo.
Wall Street fechou a sexta-feira (24) em forte queda, com os principais índices registrando perdas significativas. O S&P 500 caiu 1,51%, o Nasdaq recuou 2,01% e o Dow Jones teve queda de 0,96%. Grandes empresas de tecnologia, como Nvidia e Microsoft, foram as mais afetadas. A turbulência é atribuída à intensificação do conflito no Oriente Médio, que já dura quatro semanas e eleva as preocupações com a inflação e a possibilidade de juros mais altos.
Nove dos 11 índices setoriais do S&P 500 caíram, com destaque para serviços públicos e imobiliário. Em contraste, o setor de energia do S&P 500 registrou seu 13º ganho semanal consecutivo, impulsionado por eventos geopolíticos. Analistas preveem que o Federal Reserve (Fed) poderá aumentar as taxas de juros até o final de 2026, em resposta às expectativas de inflação mais elevadas, especialmente devido ao aumento dos preços do petróleo.
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