Catar alerta sobre riscos de provocar o Irã após ataque a instalações de GNL
O chefe de energia do Catar, Saad al-Kaabi, revelou ter alertado sobre os perigos de provocar o Irã, após um ataque iraniano que danificou a infraestrutura de gás natural do Catar, impactando as entregas globais de GNL.
Pontos principais
- Saad al-Kaabi, chefe de energia do Catar, alertou sobre os riscos de provocar o Irã, citando o impacto em instalações de petróleo e gás.
- Um ataque iraniano danificou o complexo de GNL de Ras Laffan, no Catar, após Israel atacar o campo de gás iraniano South Pars.
- Os danos em Ras Laffan, avaliados em US$26 bilhões, podem afetar as entregas de GNL para a Europa e a Ásia por até cinco anos.
- A capacidade de exportação de GNL do Catar foi reduzida em 17% devido aos danos.
- Kaabi afirmou que não houve aviso prévio sobre o ataque a South Pars e que o presidente Trump não estava ciente do ataque inicial.
O chefe de energia do Catar, Saad al-Kaabi, afirmou ter alertado sobre os perigos de provocar o Irã, após um ataque iraniano que danificou o complexo de GNL de Ras Laffan, o maior do mundo. O incidente ocorreu em retaliação a um ataque israelense ao campo de gás iraniano South Pars. Os danos em Ras Laffan, estimados em US$26 bilhões, devem impactar as entregas de GNL para a Europa e a Ásia por até cinco anos, resultando em uma redução de 17% na capacidade de exportação do Catar.
Kaabi destacou que não houve aviso prévio sobre o ataque a South Pars e que o presidente Donald Trump também não estava ciente da operação inicial. Grandes empresas de energia como ExxonMobil e ConocoPhillips são parceiras da QatarEnergy, com a ConocoPhillips expressando compromisso com a recuperação. A Casa Branca, por meio de Taylor Rogers, indicou que o presidente Trump e sua equipe estavam cientes das interrupções temporárias no fornecimento de petróleo e gás durante as operações no Irã.
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