Qualidade dos rios da Mata Atlântica segue precária, aponta SOS Mata Atlântica
Um relatório da Fundação SOS Mata Atlântica revela que a qualidade da água dos rios da Mata Atlântica permanece precária, sem melhora consistente em 2025.
Pontos principais
- Apenas 3,1% dos pontos analisados apresentaram qualidade boa, enquanto 78,4% foram regulares e 15,4% ruins.
- Nenhum ponto de coleta atingiu a classificação de qualidade ótima no período de janeiro a dezembro de 2025.
- A falta de saneamento básico, que afeta cerca de metade da população brasileira, é a principal causa da estagnação.
- As metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico para 2033 estão distantes de serem atingidas.
- A degradação ambiental, perda de matas ciliares e eventos climáticos extremos agravam a situação dos rios.
A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem melhora consistente em 2025, segundo um novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica. O estudo aponta que a maioria dos pontos analisados foi classificada como regular (78,4%) ou ruim (15,4%), com apenas 3,1% apresentando boa qualidade e nenhum atingindo a classificação ótima. Essa estagnação é atribuída principalmente à falta de saneamento básico adequado, um problema que afeta cerca de metade da população brasileira e impede o cumprimento das metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico para 2033.
Além da carência de saneamento, a degradação ambiental, incluindo a perda de matas ciliares e a ocorrência de eventos climáticos extremos, agrava a situação dos rios. A flexibilização de leis ambientais e a percepção da natureza como um obstáculo também contribuem para comprometer a segurança hídrica do país, conforme destacado pela fundação.
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