A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem melhora consistente em 2025, segundo um novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica. O estudo aponta que a maioria dos pontos analisados foi classificada como regular (78,4%) ou ruim (15,4%), com apenas 3,1% apresentando boa qualidade e nenhum atingindo a classificação ótima. Essa estagnação é atribuída principalmente à falta de saneamento básico adequado, um problema que afeta cerca de metade da população brasileira e impede o cumprimento das metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico para 2033.
Além da carência de saneamento, a degradação ambiental, incluindo a perda de matas ciliares e a ocorrência de eventos climáticos extremos, agrava a situação dos rios. A flexibilização de leis ambientais e a percepção da natureza como um obstáculo também contribuem para comprometer a segurança hídrica do país, conforme destacado pela fundação.
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