O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, expressou a preocupação do governo brasileiro com o risco de fragmentação do Irã em decorrência da guerra com Israel e Estados Unidos. Segundo Vieira, tal cenário poderia levar a uma instabilidade regional significativa, com a proliferação de milícias e o agravamento da busca por armamentos nucleares. A estratégia militar de EUA e Israel, que visa a decapitação de lideranças iranianas, é vista como um fator que pode radicalizar ainda mais o regime e fortalecer a linha-dura e a Guarda Revolucionária.
Vieira também alertou para os severos impactos econômicos globais, incluindo escassez de produtos e inflação, caso o fluxo no Estreito de Ormuz seja interrompido. Diante desse quadro, o Brasil busca diversificar suas relações comerciais, especialmente na importação de fertilizantes, e está empenhado em proteger os cerca de 70 mil brasileiros que residem nos países do Golfo e Oriente Médio, negociando rotas de saída e proteção com chanceleres locais.
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