O Equador lançou uma operação antidrogas de 15 dias com o apoio dos Estados Unidos, implementando toques de recolher em regiões afetadas pela violência para combater o narcoterrorismo.
O Equador iniciou uma operação antidrogas de 15 dias com o apoio dos Estados Unidos, visando combater o narcoterrorismo que afeta o país. A medida inclui a imposição de toques de recolher nas províncias costeiras de Guayas, Los Ríos, Santo Domingo de los Tsáchilas e El Oro, restringindo a circulação noturna, com exceções para profissionais essenciais e viajantes. Esta ofensiva faz parte da política de segurança do presidente Daniel Noboa, que tem adotado uma postura linha-dura contra os cartéis.
A operação conta com assessoria americana e a inauguração de um escritório do FBI no Equador, reforçando a colaboração entre os dois países. Embora o Equador não seja um produtor de cocaína, sua localização estratégica o tornou um ponto crucial para o envio da droga aos EUA. A iniciativa, contudo, divide a população, que expressa preocupações sobre o impacto econômico dos toques de recolher e denuncia possíveis excessos por parte das forças de segurança.
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