O Equador iniciou uma operação de duas semanas com 75 mil militares e policiais para combater o crime organizado e cartéis de drogas, contando com o apoio dos Estados Unidos.
O Equador mobilizou 75 mil militares e policiais em uma operação de duas semanas para combater o crime organizado e os cartéis de drogas, com o apoio dos Estados Unidos. A ação, liderada pelos ministros John Reimberg e Gian Carlo Loffredo, visa enfrentar a mineração ilegal, o crime organizado e o narcotráfico. Como parte da ofensiva, regiões como Guayas, El Oro, Los Ríos e Santo Domingo de los Tsachilas terão toque de recolher entre 23h e 5h.
O presidente Daniel Noboa, aliado dos EUA, tem implementado uma política rigorosa contra os cartéis. O Equador aderiu à "Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis", criada pelos Estados Unidos, e receberá assessoria americana. Apesar de não ser produtor de cocaína, o país se tornou um ponto crucial de partida da droga para os EUA, enfrentando altas taxas de homicídios. A ofensiva divide a opinião pública equatoriana devido a preocupações com direitos humanos e o impacto do toque de recolher na vida cotidiana.
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