Associações do mercado de criptoativos no Brasil se manifestam contra a possível cobrança de IOF, alegando falta de precedentes globais e inconsistência jurídica.
Associações do mercado de criptoativos no Brasil, representando mais de 850 empresas, manifestaram-se publicamente contra a possível cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em operações com criptomoedas. As entidades argumentam que a ampliação do tributo por decreto seria ilegal e solicitam segurança jurídica para o setor, destacando a ausência de precedentes globais para tal medida e sua contrariedade a organismos internacionais e economias mundiais.
Especula-se que o governo possa abrir uma consulta pública sobre a proposta de um IOF de 3,5% na compra de criptoativos, com isenção para pessoas físicas em transações de até R$ 10 mil mensais. As associações apontam um equívoco técnico na confusão entre supervisão regulatória e criação de imposto, alertando que a medida pode elevar o custo de entrada em operações com ativos virtuais e prejudicar startups focadas em remessas internacionais, inibindo a inovação no setor.
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