A divisão de metais básicos da Vale (VBM) possui um valor relevante ainda não totalmente refletido no preço da mineradora, impulsionado por projetos de cobre e crescimento da produção.
A divisão de metais básicos (VBM) da Vale (VALE3) pode possuir um valor significativo que ainda não está totalmente refletido no preço das ações da mineradora, segundo análise do Bradesco BBI. O banco destaca que o avanço de projetos de cobre na região de Carajás e a perspectiva de crescimento da produção são fatores que aumentam a visibilidade do potencial da VBM. A Vale projeta elevar sua produção de cobre para mais de 500 mil toneladas anuais nos próximos cinco anos, com projetos como Bacaba, Salobo e Alemão, além de um crescimento orgânico que deve ampliar a exposição ao ouro como subproduto, podendo superar 700 mil onças.
O Bradesco BBI aponta que a participação da VBM no Ebitda consolidado da Vale subiu para mais de 20% em 2025, com potencial de alcançar 30% em 2026. Diante dessas perspectivas, o banco mantém uma leitura construtiva para a tese da Vale, esperando que a VBM ganhe mais relevância na criação de valor da companhia. A recomendação de compra para VALE3 foi reiterada, com preço-alvo de R$ 102, apesar da necessidade de ampliação de reservas.
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