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Vale projeta que unidade de metais básicos responderá por até 35% do Ebitda

A Vale estima que sua unidade de Metais Básicos (VBM) contribuirá com 30% a 35% do Ebitda consolidado a partir de 2035, impulsionada pelo crescimento na produção de cobre e níquel.

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Foto: InfoMoney
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31/03 às 13:04

Pontos principais

  • A Vale Base Metals (VBM) deve responder por 30% a 35% do Ebitda consolidado da Vale a partir de 2035, um aumento significativo em relação aos 22% previstos para 2025.
  • Em 2024, a VBM representou 10% do Ebitda da Vale, com projeção de alcançar 26% em 2026.
  • A mineradora estima um fluxo de caixa livre da VBM entre US$400 milhões e US$1,9 bilhão em 2026.
  • A VBM busca quase dobrar a produção de cobre, de 382 mil toneladas em 2025 para cerca de 700 mil toneladas em 2035.
  • A produção de níquel da VBM é projetada para aumentar de 177 mil toneladas em 2025 para 210 mil a 250 mil toneladas em 2030.

A Vale projeta que sua unidade de Metais Básicos (VBM) terá uma participação crescente no Ebitda consolidado da empresa, atingindo entre 30% e 35% a partir de 2035. Este percentual representa um salto em comparação aos 22% esperados para 2025 e aos 10% registrados em 2024, com uma projeção de 26% para 2026. As estimativas são baseadas em preços de longo prazo para cobre, níquel e ouro, além das projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre.

O crescimento esperado da VBM é impulsionado por uma transformação de negócios e planos ambiciosos de expansão. A unidade visa quase dobrar a produção de cobre, passando de 382 mil toneladas em 2025 para aproximadamente 700 mil toneladas em 2035. A produção de níquel também deve aumentar, de 177 mil toneladas em 2025 para uma faixa de 210 mil a 250 mil toneladas em 2030. A mineradora estima que o fluxo de caixa livre da VBM ficará entre US$400 milhões e US$1,9 bilhão em 2026.

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