A Klabin prioriza a redução da alavancagem no curto e médio prazo, enquanto a nova CFO, Gabriela Woge, minimiza impactos de conflitos e vê oportunidades no kraftliner.
A Klabin, empresa do setor de papel e celulose, mantém a redução da alavancagem como foco principal para o curto e médio prazo. A informação foi confirmada pela nova CFO da companhia, Gabriela Woge, que destacou a prioridade da empresa em atingir uma relação dívida líquida/Ebitda próxima ao ponto médio de sua política de alavancagem financeira. A Klabin não planeja acelerar novos projetos ou grandes investimentos de capital após um ciclo intenso de aportes.
Embora analistas do Itaú BBA prevejam uma redução limitada da alavancagem em 2026 devido a altos desembolsos de capex, a expectativa é de uma desalavancagem mais significativa a partir de 2027. Gabriela Woge também minimizou o impacto do conflito no Oriente Médio, afirmando que a exposição da Klabin é baixa e os contratos de frete mitigam riscos. A empresa ainda enxerga oportunidades no mercado de kraftliner, impulsionadas pelo fechamento de fábricas globais, buscando aumentar suas exportações.
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