Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa médica dos EUA
O grupo de hackers Handala, associado ao Irã, assumiu a autoria de um ataque cibernético massivo contra a empresa americana Stryker, alegando retaliação por um ataque militar no Irã.
Pontos principais
- O grupo Handala, ligado ao Irã, reivindicou um ciberataque contra a empresa americana de tecnologia médica Stryker.
- O ataque teria destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados, afetando operações em 79 países.
- O Handala afirmou que a ação foi uma resposta a um "ataque brutal à escola de Minab", que resultou em 150 mortes no Irã.
- A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu ambiente Microsoft, mas acredita que o incidente está contido.
- O grupo Handala já havia reivindicado ciberataques contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico.
Um grupo de hackers com ligações ao Irã, autodenominado Handala, reivindicou a autoria de um ciberataque em larga escala contra a Stryker, uma gigante americana de tecnologia médica. O grupo alegou ter destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados, afetando escritórios da empresa em 79 países. A ação foi apresentada como uma retaliação a um "ataque brutal à escola de Minab", no Irã, que teria causado 150 mortes.
A Stryker confirmou uma "interrupção global da rede" em seu ambiente Microsoft, mas declarou que o incidente está contido. O Handala é conhecido por ataques anteriores contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico, e é rastreado por empresas de segurança como a Check Point e o Google Threat Intelligence, que monitoram suas táticas de hackeamento, vazamento de dados e doxxing. O grupo também anunciou um ataque contra a Verifone, empresa de pagamentos eletrônicos.
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