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Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa médica dos EUA

O grupo de hackers Handala, associado ao Irã, assumiu a autoria de um ataque cibernético massivo contra a empresa americana Stryker, alegando retaliação por um ataque militar no Irã.

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Foto: G1 - Economia
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11/03 às 17:01

Pontos principais

  • O grupo Handala, ligado ao Irã, reivindicou um ciberataque contra a empresa americana de tecnologia médica Stryker.
  • O ataque teria destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados, afetando operações em 79 países.
  • O Handala afirmou que a ação foi uma resposta a um "ataque brutal à escola de Minab", que resultou em 150 mortes no Irã.
  • A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu ambiente Microsoft, mas acredita que o incidente está contido.
  • O grupo Handala já havia reivindicado ciberataques contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico.

Um grupo de hackers com ligações ao Irã, autodenominado Handala, reivindicou a autoria de um ciberataque em larga escala contra a Stryker, uma gigante americana de tecnologia médica. O grupo alegou ter destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados, afetando escritórios da empresa em 79 países. A ação foi apresentada como uma retaliação a um "ataque brutal à escola de Minab", no Irã, que teria causado 150 mortes.

A Stryker confirmou uma "interrupção global da rede" em seu ambiente Microsoft, mas declarou que o incidente está contido. O Handala é conhecido por ataques anteriores contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico, e é rastreado por empresas de segurança como a Check Point e o Google Threat Intelligence, que monitoram suas táticas de hackeamento, vazamento de dados e doxxing. O grupo também anunciou um ataque contra a Verifone, empresa de pagamentos eletrônicos.

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