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Importação de armas pela Europa triplica em meio à tensão com a Rússia

As importações de armas pela Europa triplicaram nos últimos cinco anos, impulsionando o comércio global e consolidando os EUA como maior exportador, devido à guerra na Ucrânia e à ameaça russa.

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Foto: G1 Mundo
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09/03 às 11:01

Pontos principais

  • As importações de armas pela Europa triplicaram entre 2021 e 2025, tornando o continente o maior destino global de armas.
  • O aumento é atribuído à guerra na Ucrânia e à percepção de uma crescente ameaça russa, levando países europeus a reforçar suas capacidades militares.
  • Os Estados Unidos são os principais exportadores globais de armas, respondendo por 42% das transferências internacionais, com quase metade das armas destinadas à Europa vindo dos EUA.
  • A Rússia registrou uma queda abrupta de 64% em suas exportações de armas, impactada pela guerra na Ucrânia e pela pressão ocidental.
  • O Brasil foi o segundo maior importador de armas nas Américas e o maior na América do Sul, sendo abastecido principalmente por França e Suécia.

As importações de armas pela Europa triplicaram nos últimos cinco anos, transformando o continente no maior destino global de armas pela primeira vez desde os anos 1960. Este aumento significativo é impulsionado principalmente pela guerra na Ucrânia e pela percepção de uma ameaça russa crescente, levando nações europeias a reforçar suas defesas. Os Estados Unidos consolidaram sua posição como o maior exportador global, fornecendo 42% das transferências internacionais, com quase metade das armas destinadas à Europa vindo de solo americano.

Enquanto isso, a Rússia viu suas exportações de armas caírem 64% devido ao conflito na Ucrânia e às sanções ocidentais. Outros movimentos notáveis incluem a Alemanha, que se tornou o quarto maior exportador, superando a China, que, por sua vez, reduziu suas importações em 72% ao focar na produção doméstica. No cenário sul-americano, o Brasil emergiu como o maior importador de armas da região, sendo abastecido principalmente por França e Suécia.

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