Datafolha: Tarcísio lidera cenários para governo de SP em 2026
Pesquisa Datafolha aponta Tarcísio de Freitas na liderança isolada para o governo de São Paulo em 2026, com mais de 40% dos votos e possibilidade de vitória no 1º turno.
Pontos principais
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera todos os cenários para o governo de São Paulo em 2026, com 44% das intenções de voto no primeiro turno contra Fernando Haddad.
- A pesquisa Datafolha, divulgada em 8 de março de 2026, mostra Tarcísio com vantagem sobre Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Simone Tebet.
- No primeiro turno, Tarcísio alcança 44% contra Haddad, 46% contra Alckmin e 49% contra Tebet, sugerindo vitória já na primeira etapa.
- Em simulações de segundo turno, o atual governador vence todos os confrontos com intenções de voto entre 50% e 60%.
- A aprovação da gestão Tarcísio em São Paulo subiu para 45% (ótima ou boa), com 64% dos paulistas aprovando sua administração.
Uma pesquisa Datafolha divulgada em 8 de março de 2026 pelo jornal "Folha de S.Paulo" revela que Tarcísio de Freitas (Republicanos) desponta como o principal nome para o governo de São Paulo nas eleições de 2026. O atual governador lidera isoladamente todos os cenários testados, tanto no primeiro quanto no segundo turno, consolidando sua posição com mais de 40% das intenções de voto já na primeira etapa do pleito. Sua vantagem se mantém consistente contra possíveis adversários como Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Simone Tebet, indicando uma possível vitória no primeiro turno.
Os números da pesquisa, realizada entre 3 e 5 de março com 1.608 eleitores em 71 municípios, apontam que Tarcísio alcança 44% contra Haddad (31%), 46% contra Alckmin (26%) e 49% contra Tebet (19%) no primeiro turno. Outros candidatos como Paulo Serra (5%), Kim Kataguiri (5%) e Luiz Felipe D’Ávila (3%) também foram mencionados. Em um eventual segundo turno, o governador venceria todos os confrontos simulados com intenções de voto variando entre 50% e 60%. A pesquisa, com margem de erro de 2 pontos percentuais, também aponta um aumento na aprovação de sua gestão, que subiu para 45% (ótima ou boa), com 64% dos paulistas aprovando sua administração.
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