O Diretório Nacional do PSOL decidiu apoiar a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, priorizando o combate à extrema-direita, mas optou por não ingressar na federação com PT–PCdoB–PV.
O PSOL, em decisão de seu Diretório Nacional, optou por não integrar a federação com PT–PCdoB–PV, mas confirmou seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já no primeiro turno. A medida visa construir uma unidade entre os setores populares para enfrentar e derrotar a extrema-direita, abrindo mão de lançar um candidato próprio à presidência. A federação partidária, que une siglas por no mínimo quatro anos e as faz atuar como uma só, somando desempenhos para distribuição de recursos, era defendida por figuras como Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
Paralelamente, o partido renovou sua federação com a Rede Sustentabilidade por mais quatro anos. Essa aliança estratégica busca superar a cláusula de barreira e aumentar as bancadas de ambos os partidos. A prioridade do PSOL é clara: ampliar a representatividade da esquerda no Congresso Nacional para confrontar o Centrão e a direita, fortalecendo a atuação progressista na política brasileira.