Donald Trump defende seu secretário de Comércio, Howard Lutnick, apesar de documentos do FBI e DOJ sugerirem conhecimento prévio de Trump sobre Epstein e contradições de Lutnick, com novo documento indicando que Trump ligou para a polícia em 2006 para falar sobre Epstein.
Donald Trump afirmou não ter conhecimento da visita de seu secretário de Comércio, Howard Lutnick, à ilha de Jeffrey Epstein. No entanto, documentos recém-divulgados pelo FBI complicam essa narrativa, sugerindo que Trump tinha conhecimento dos crimes de Epstein muito antes. Um desses documentos indica que Trump ligou para o então chefe de polícia de Palm Beach em 2006 para falar sobre Epstein, afirmando que "todo mundo" sabia do comportamento do bilionário e que ele era "repugnante". O ex-chefe de polícia, Michael Reiter, confirmou ter recebido a ligação, e a Casa Branca, através de Karoline Leavitt, sugeriu que a ligação corrobora a versão de Trump de que ele expulsou Epstein de seu clube. Trump nega qualquer envolvimento ou conhecimento dos crimes de Epstein, alegando ter cortado laços com ele por volta de 2004.
Enquanto isso, Lutnick continua sob intensa pressão, enfrentando pedidos de renúncia de ambos os partidos. Documentos do Departamento de Justiça revelaram e-mails que indicam que ele esteve na ilha de Epstein para almoçar e até o convidou para um evento de arrecadação de fundos, contradizendo seu depoimento ao Senado, onde minimizou a relação. Lutnick se defendeu, alegando que o almoço na ilha foi acidental e que não tinha conhecimento do interesse de Epstein em sua babá.
Apesar das revelações e contradições, a Casa Branca defendeu Trump e afirmou que o presidente "apoia plenamente" Lutnick, mantendo-o no cargo em meio à controvérsia. Ghislaine Maxwell, associada de Epstein, recusou-se a depor perante uma comissão da Câmara, invocando a Quinta Emenda, gerando críticas adicionais.
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