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União Brasil filia Pablo Marçal, inelegível pela Justiça Eleitoral

Pablo Marçal filiou-se ao União Brasil, mesmo com condenações por inelegibilidade até 2032, e se colocou à disposição do partido para as eleições, enquanto tenta reverter decisões judiciais.

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Foto: G1 Política
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06/03 às 15:01 · atualizado 23:00

Pontos principais

  • Pablo Marçal, empresário e influenciador, filiou-se ao União Brasil, um ano e meio após concorrer à Prefeitura de São Paulo.
  • Marçal possui três condenações por inelegibilidade, com uma revertida e duas em fase de recurso, buscando habilitar-se para o pleito atual.
  • O União Brasil planeja lançar Marçal como candidato a deputado federal por São Paulo, visando seu potencial como puxador de votos.
  • Ele se colocou à disposição do partido para as eleições de outubro, inclusive como candidato, apesar de estar inelegível até 2032.
  • Marçal espera que o União Brasil consiga reverter suas condenações, argumentando que não há trânsito em julgado.
  • Entre as condenações, Marçal foi penalizado por prometer Pix de R$ 5 mil e por promover um 'concurso de cortes', além de uso indevido dos meios de comunicação (multa de R$ 420 mil) e indenização a Guilherme Boulos por fake news.
  • A Lei da Ficha Limpa torna políticos condenados por órgão colegiado inelegíveis por 8 anos, mesmo com recursos pendentes.

O empresário e influenciador Pablo Marçal foi filiado ao União Brasil, um ano e meio após sua tentativa de concorrer à Prefeitura de São Paulo. A filiação ocorre em meio a uma situação jurídica complexa, já que Marçal possui três condenações por inelegibilidade pela Justiça Eleitoral. Embora uma das condenações tenha sido revertida, outras duas ainda estão em fase de recurso, e ele busca um novo recurso para poder concorrer no pleito atual. O União Brasil, por sua vez, aposta no potencial de Marçal como puxador de votos para a Câmara dos Deputados, planejando lançá-lo como candidato a deputado federal por São Paulo.

Mesmo inelegível até 2032, Marçal declarou-se à disposição do partido para as eleições de outubro, inclusive como candidato, afirmando não ter ego com cargo e que servirá ao partido em qualquer função. Ele espera que o União Brasil consiga reverter suas condenações restantes, argumentando que não há trânsito em julgado. As penalidades incluem promessas de Pix em troca de apoio, promoção de 'concurso de cortes', uso indevido dos meios de comunicação (com multa de R$ 420 mil) e indenização de R$ 100 mil a Guilherme Boulos por fake news. A Lei da Ficha Limpa torna políticos condenados por órgão colegiado inelegíveis por 8 anos, mesmo com recursos pendentes.

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