O cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, destacou que a eleição presidencial de 2026 ainda não mobiliza o eleitorado, tornando as pesquisas atuais meros reflexos do ambiente político do momento, e não indicativos de tendências consolidadas. Segundo Cortez, eventos pontuais, como investigações, podem gerar oscilações na opinião pública, mas não definem o cenário final da disputa. Ele também criticou as simulações de pesquisas que incluem candidatos com poucas chances de estarem juntos no pleito.
A corrida eleitoral só ganhará contornos claros e a atenção do eleitor quando os candidatos forem oficialmente lançados e a campanha estiver em pleno andamento. Até lá, as análises devem considerar que o eleitor ainda não está focado na escolha presidencial, e as respostas em pesquisas podem não representar um engajamento real com a futura disputa.
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