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Haddad e Alckmin resistem a candidaturas em SP, evidenciando desafios do PT no estado

Fernando Haddad e Geraldo Alckmin demonstram resistência em se candidatar ao governo de São Paulo em 2026, refletindo o histórico de mau desempenho do PT e a ascensão da direita no estado, apesar da pressão do presidente Lula.

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Foto: InfoMoney
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15/02 às 10:01

Pontos principais

  • Fernando Haddad e Geraldo Alckmin resistem à pressão de Lula para serem candidatos ao governo de São Paulo em 2026.
  • A resistência é atribuída ao histórico de derrotas e ao encolhimento do PT no estado, além da ascensão da direita, especialmente no interior.
  • Haddad é considerado o nome ideal para enfrentar Tarcísio de Freitas, mas acumula três derrotas consecutivas em eleições majoritárias.
  • Alckmin não demonstra interesse na candidatura e seu partido, o PSB, prioriza mantê-lo como vice-presidente.
  • O fraco desempenho da esquerda em São Paulo, incluindo o pior resultado do PT em eleições municipais em 2024, preocupa Lula, que busca um palanque forte no estado.

Fernando Haddad e Geraldo Alckmin têm demonstrado resistência em aceitar candidaturas ao governo de São Paulo em 2026, mesmo diante da pressão do presidente Lula para formar um palanque forte. Essa hesitação reflete o histórico de dificuldades do Partido dos Trabalhadores no estado, marcado por sucessivas derrotas e um encolhimento significativo, especialmente com a ascensão da direita no interior paulista. Haddad, apesar de ser visto como o nome mais apto para enfrentar o atual governador Tarcísio de Freitas, acumula um histórico de três derrotas consecutivas em eleições majoritárias, o que pesa em sua decisão.

Alckmin, por sua vez, não demonstra interesse na disputa, e seu partido, o PSB, prioriza sua manutenção como vice-presidente. A preocupação de Lula é justificada pelo fraco desempenho da esquerda em São Paulo, evidenciado pelo pior resultado do PT nas eleições municipais de 2024. Especialistas e petistas ressaltam a importância estratégica de São Paulo para as eleições presidenciais, apesar dos desafios históricos do PT em conquistar o eleitorado do interior. A busca por um palanque robusto leva o PT a considerar outros nomes, como Simone Tebet e Marina Silva para o Senado, além de Alckmin, na tentativa de reverter o cenário desfavorável.

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